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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Desenhos da madrugada


Desenhos soltos de personagens inventados, feitos num intervalo entre um coisa e outra numa madrugada de trabalho.
Só para me lembrar dos meus velhos e bons desenhos cômicos, onde tudo começou. No fundo ainda acho que quase tudo o que eu faço ainda tem um certo tom cartum... :P

quinta-feira, 31 de março de 2011

Cartuns - 1997



Mais uma vez imerso nas minhas eternas arrumações de papéis, encontro dois cartuns - o primeiro, datado de 25 de junho e o segundo de 25 de julho, ambos de 1997. Lembro que na época só tinhas olhos pras minhas canetinhas de nanquim recarregáveis, e no segundo cartum, em particular, andava empolgado com a recém-adquirida ponta de 1.2 mm. Também recordo da sensação do quanto era (e ainda é) difícil sintetizar algo que você acha interessante para caber em um cartum, e de como sempre quis ser um cartunista, mas também acabava achando que não tinha o espírito de um. Ainda hoje a ideia de ser um cartunista me soa bacana. Seja como for, acho que nunca perdi essa vontade cômica, e esse inevitável tom, ou pelo menos essa vontade; por mais experimentais, sérios e intrincados que os meus trabalhos estejam parecendo hoje, acho que ainda é o menino empolgado metido a cartunista que fala mais alto, no fim das contas. :)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Cabeçudo


Pequeno estudo pra um possível futuro personagem, considerando uma volta à trabalhos mais narrativos e com personagens mais discerníveis. Acho que no fundo nunca deixei de lado completamente os cartuns, quadrinhos e suas variações. Muita vontade de fazer algo por aí. :D

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Ilustração: Destra Design



Ilustrações que fiz para a Destra Design, que as encomendou para um manual do colaborador para a DB Transportes, empresa de transporte pesado. O mascote da DB foi inclusive criado por mim, alguns anos atrás, o qual passou por alguns ajustes até chegar ao ponto atual, claramente inspirado nos cartuns dos anos 50 e 60, que sou fã confesso. Este foi um trabalho muito divertido de fazer; apesar de eu sempre ter desenhado cartuns e desenhos cômicos de uma maneira geral - na verdade, é a base do pouco que acho que sei de desenho - tenho feito comparativamente poucas coisas nessa linha nos últimos tempos. Sempre que mostro a alguém há uma surpresa, pois tenho feito relativamente poucos trabalhos assim, se se comparando aos experimentais. Hoje tenho de fato na distorção da realidade um foco de trabalho, mas ainda gosto muito de desenhar meus desenhinhos engraçadinhos. Sonho num futuro próximo conseguir mesclar os dois, criando um filme experimental com desenhos cômicos, rotoscopia e mais um bocado de loucuras...

terça-feira, 23 de março de 2010

Primeiras aparições impressas: 1997 / 1998

E foi nestes anos que comecei a levar o desenho um pouco mais a sério. Uma nova publicação surgia no colégio que eu estudava, e logo que pude tomei parte da equipe do jornal, para então fazer cartuns - na época, um dos meus grandes objetivos, ser um cartunista. Acho que muito do meu trabalho ainda hoje reflete esse lado cômico que receio nunca ter perdido. Por mais que eu tente desenhar "sério",  no fundo sempre tudo parece um pouco cartunesco ainda...


Abaixo, o desenho ampliado que então fiz no jornal, sobre a clonagem. Na época lembro que teve uma boa repercussão, e eu achava que tinha conseguido fazer um cartum que ao mesmo tempo que discutia com a matéria tinha sua própria individualidade. Aprendi também nessa época um das mais valiosas lições de um cartunista: nunca entregue seus originais. Durante meses e meses corri atrás desse desenho, mas o meu colega (ir)responsável que me pediu o trabalho nunca mais soube dizer onde ele foi parar.


E mais abaixo, o Yeah!, um pequeno jornal do então Clube de Física do colégio, que fiz parte, juntamente com a minha parceira de aventuras na época, Giselle Gurgel. A Giselle foi responsável por muitas coisas que fiz na época, como os meus primeiros curtas, que falarei mais em postagens futuras. Nessa época tínhamos queríamos ser jornalistas, o que por sinal foi a primeira opção ao fazer vestibular, alguns anos depois.


O interessante é que ao colocar o título "O braço direito do Geo" eu quis disfarçadamente também fazer uma ironia, pois - como todas essas instituições - eles se aproveitavam de tudo que era feito dentro, indiscriminadamente, então nada mais interessante do que uma publicação interna fazer uma pequena crítica a isso. Não sei se alguém percebeu, no fim das contas. De toda forma, acabei sofrendo do mesmo mal da publicação do jornal do ano anterior, e esse original do cartum do braço robótico foi outro que sumiu, sendo essa impressão do jornalzinho a única prova que ele existiu. É a vida... :P